Sábios ciclones assustam os vergonhosos clones liderados por robôs sem ossos, capazes de adulterar direções políticas no abastado Estado em estado de degradação espiritual. Um Estado que seria bastardo, caso seus pais não fossem revelados em qualquer bar do lado do centro do peito. Haja bebidas, hormônios injetáveis e drogas pesadas para sustentar esses seres opacos, ralos em sentido. Haja música enlatada e martelada nos mercadinhos dos arianos distantes dos Suassunas. Mentindo pra si próprios, quebrando seus pescoços de tanto olhar para seus umbigos, ou pior, para seus espelhinhos pretos capazes de replicar sacanagens e lorotas na velocidade de outro trem bala construído com dinheiro público, superfaturado e escondido por debaixo de seus pelos púbicos. Mas é mais bala que vocês querem, BBB? Bala, boi e bíblia? Boa, bonita e barata? Recatada na sala e safada na cama? Maaaaaaaaama! I don’t want to die! Lamentos do morro sem forro ou fórum privilegiado? Ahhhh! Pare de chiar!
É só isso que ouço falarem por aí: nos supermercados campeões de promoções, nas casas de sucos comandadas por kamikazes, nos super carros transformers atropeladores de seres humanos, e claro, nas bancadas onde velhos babões de narizes brancos aprovam leis a toque de caixa dois ou três, cortam direitos e selam bocas dos educadores com dores seculares provocadas por sobrecargas materiais carentes de mandalas. Enquanto isso, professores gagás que viram seus colegas levando bala em plena praça pública e depois se esquecem desse passado recente e conseguem eleger os mesmos carrascos. But wait!
Na na Nina não, essas linhas não precisam ser tão cinzas assim. Deixemos as anatomias cinzentas para as séries procrastinadoras do viver, do saber e desse presente sem mente chamado ser. Deixemos de lado todo esse vermelho sangue dos jornais, dos rurais e das ocupações periféricas em situações irregulares? Deixemos essa mania dos plurais, de querer falar por um grupo inteiro? Generalizar é bacana? Capitanear é preciso? Arranque logo esse seu siso e dê um riso de uma vez por todas! Liberte esse bozo que existe em você! Seu bigode é falso, mas seu coração permanece ensanguentado. Precisamos soldar algumas ideias juntamente com Mettagozo, a caçula, a bolhuda, a corneteira e a sua parteira? Áudios berrados e compartilhados em salas vazias, bochechas infladas, argolas douradas, por entre fotos chilenas com chinesas texanas de dimensões basqueteiras e cachorras estriquinadas com pulgas e vacinas de câncer de rim inventadas e compartilhadas por gente enrugada inocente, enquanto os gases e as piscinas de Liverpool se enchem do vermelho natalino inventado pela marca multibilionária que ultrapassou o pé chato de Pelé em fama nesse globo onde o aquecimento ficará pra segundo plano?
Esquisitos resquícios de outro ano de infinitas polaridades, passados passados no ferro de passar a velha roupa colorida por esse tempo curador, o mais antigo mestre dos magos nadadores de grandes lagos, monges pansexuais rumo aos novos centros energéticos conectados as imensas cordilheiras de outra América em fase de Redescobrimento. 15 meras “eloquências dialéticas” profanadas pela princesa dos mares e das marés altas e baixinhas como essa pessoinha que começo a traduzir. Brancas palomas nesse céu azul de dezembro dessa nova lua inspiradora de sonhos intranquilos dos ottos e das motos assustadora de ritas. Minutos separam a longa saia preta das minutas que ela irá desfrutar no país dos mateiros.
Baja la tierra no baixio das bestas e das prolíferas referências, das carências e carícias desse marinheiro só, aprendiz da capoeira angolana, de outra profana dança do baile horizontal e cada vez mais próximo do chão de estrelas, essências misturadas ao pó terrestre humilde e sereno como esse universo pleno que cresce e se contrai como o beijo do pai outrora ausente. Now she is gone, gone with the wind, pro vento hermano, pra longe do rio vermelho de iemanjá e do branco preto com o teto nos joãos brasileiros e ingleses. Ritos e reais mitos, dodecafônicos biotônicos dos já saudosos ivens pioneiros ergonômicos da cidade dos pinhais ou dos pinheiros conhecedores de canciones afro latinas. Somas de sentimentos e de e’s e de tantos ET’s preenchedores de silêncios, agregadores e’s que confundem o cerebelo nada belo do guarda belo que tenta, mas não compreende. Tarantelas autorais dos tatás com patas e barbas rancheiras reprodutoras de fãs ou cavalos baixistas com baterias inchadas e cucas rachadas. Amarantes bebendo amarantos, elefantes africanos comendo amarulas, argentos degustando Clarices, fluxos beatniks, titanics em imersões sem sanções. Rosas, zumbis dos Jorges e das crianças bebedoras de cajuínas: Joinas, Joanas, Julianas e seus alfajores preferidos. Habladurías propositais opostas as maledicências das línguas sicilianas tão ácidas como os limões dos sampaios. Escrever é como desenhar, hay que soltar! O barato é escutar as batidas das baratas de Max, do sax sem pudores passeando pelas cores claras de outra tarde ensolarada.
Seria tudo parte de outra Pasárgada feita por retalhos da bandeira multiversal de outro escritor amador flutuando nas semanas astrais que antecedem os cumpleaños de ciros, posses cheias de tosses ou encuentros familiares rompidos por correntes virtuais? Ora pro nobis, me ajude a lembrar de sempre orar para o tempo parar? Thanks Kinks por acrescentar que o tempo cicatrizará todo esse ódio mal resolvido. Elliott, sua história também foi marcada por question marks? C ́est fini! Velho Allen, veja bem mais além, tudo ficará bem?
Yes! Yes! Yes! Na “rádia”, no bar ou no mar, eu sei que vou te amar!