EP Talvez eu Cometa um Crime


A Patada é uma banda que fala sobre ser mulher ou dissidente em um mundo patriarcal, meritocrático e individualista

As letras do novo EP abordam criticamente os mecanismos de poder que desfavorecem as mulheres, explorando a rotina e a sobrecarga dos papéis de gênero. Além das músicas mais fortes e críticas, a Patada também tem baladas românticas e divertidas que falam sobre amor adolescente e fugir para o México com as amigas.

A música que dá nome ao EP é TPM, o refrão grita: “Talvez eu cometa um crime, um crime contra você! Talvez eu cometa um crime, um crime contra o poder!”. O som fala sobre chorar de emoção, sentir raiva, mas, principalmente, estar pronta para a briga. 

A sonoridade possui um timbre marcante e único nos vocais, capaz de quebrar vidraças, que deixa a banda com uma personalidade poderosa. Nesse novo EP, as duas guitarras, baixo e bateria mostram um som mais entrosado, dançante e potente. 

Sobre a Patada

A Patada foi formada no início de 2022 com a proposta de fazer um garage-punk de músicas próprias, fáceis e rápidas. A sonoridade é pesada, combina guitarras sujas e reverberadas com um vocal gritado e agudo. O chimbal nervoso e o baixo chute no peito marcam as composições da banda, todas em português. 

No final de 2022 a banda lançou seu primeiro EP “Fogo Gasolina”. A estreia contou com 3 músicas gravadas na Laje Estúdio e lançadas pela Zoom Discos.

Em 2024 Patada entrou novamente em estúdio para gravar o álbum “Talvez eu Cometa um Crime”, com seis músicas também gravadas na Laje. As letras falam sobre rotina, sobrecarga feminina e vontade de cometer um crime. O EP também será lançado em mídia física (CD) em breve!

A formação atual conta com Tiemi no vocal e guita e Gabriela na bateria (que também são as fundadoras da banda e ex-Jaguatiricas), e agora com Ivï Sumin’i (Bravonas, Naomerita e Balbúrdia) no baixo e Nanashara (Balbúrdia) na guitarra. 

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Fotos: Divulgação