MULHERES TRANS
Há muito sabemos que anatomia não é destino. Aliás, concebido por muitos como um destino real, a anatomia é uma invenção do discurso da ciência e a dualidade sexual, mesmo em nível biológico está longe de ser uma condição absoluta. Em relação ao ser mulher, algo escapa à referência fálica, o que abre ainda mais o campo da construção uma a uma, sem universalidade possível, mas grávido de uma multiplicidade infinita. As mulheres trans, entretanto, ainda hoje são discriminadas e muitas vezes acusadas de não serem “verdadeiras mulheres” (como se existisse mulher de verdade). Como essas mulheres se nomeiam e como lutam por seus direitos e desejos? Como a pandemia as tem afetado e como o momento atual tem atualizado sua luta e resistência? Nesse sábado 01 de agosto receberemos essas duas mulheres incríveis:
Ana Luiza Ferreira é acadêmica de medicina pela UFRJ, coordenadora do projeto Se liga (projeto contemplado num dos programas de advocacy da International Aids Society – IAS) e é também integrante do Comitê Comunitário Acessor do projeto Brilhar e Transcender (BeT) da Fiocruz.
Helena Vieira é pesquisadora, transfeminista e escritora. Foi colunista da Revista Fórum e contribuiu com diversos meios dê comunicação como o Huffpost Brasil, Revista Galileu ( matéria de capa sobre transexualidade), Cadernos Globo ( Corpo: Artigo Indefinido), Revista Cult e Blog Agora É que São Elas da Folha de São Paulo. Foi consultora na novela a Força do Querer da Rede Globo. Recentemente, foi co-autora dos livros ” História do Movimento LGBT ” organizado por Renan Quinalha e James Green, ” Explosão Feminista” organizado por Heloísa Buarque de Holanda, ” Tem Saída? Ensaios Críticos sobre o Brasil”, organizado por Rosana Pinheiro Machado e ” Ninguém Solta a Mão de Ninguém: Um manifesto de resistência”, da editora Clarabóia. Dramaturga, fez parte do projeto premiado pela Focus Foundation na categoria Artes Cenicas” Brazil Diversity”, em Londres, com a peça ” Ofélia, the fat transexual”.
Desenvolveu junto ao Laboratório de Criação do Porto Iracema das Artes, pesquisa dramatúrgica entitulada ” Onde estavam as travestis durante a Ditadura?
MULHERES NA PANDEMIA – EPISÓDIO 10 MULHERES TRANS
MULHERES TRANSHá muito sabemos que anatomia não é destino. Aliás, concebido por muitos como um destino real, a anatomia é uma invenção do discurso da ciência e a dualidade sexual, mesmo em nível biológico está longe de ser uma condição absoluta. Em relação ao ser mulher, algo escapa à referência fálica, o que abre ainda mais o campo da construção uma a uma, sem universalidade possível, mas grávido de uma multiplicidade infinita. As mulheres trans, entretanto, ainda hoje são discriminadas e muitas vezes acusadas de não serem "verdadeiras mulheres" (como se existisse mulher de verdade). Como essas mulheres se nomeiam e como lutam por seus direitos e desejos? Como a pandemia as tem afetado e como o momento atual tem atualizado sua luta e resistência? Nesse sábado 01 de agosto receberemos essas duas mulheres incríveis:Ana Luiza Ferreira é acadêmica de medicina pela UFRJ, coordenadora do projeto Se liga (projeto contemplado num dos programas de advocacy da International Aids Society – IAS) e é também integrante do Comitê Comunitário Acessor do projeto Brilhar e Transcender (BeT) da Fiocruz.Helena Vieira é pesquisadora, transfeminista e escritora. Foi colunista da Revista Fórum e contribuiu com diversos meios dê comunicação como o Huffpost Brasil, Revista Galileu ( matéria de capa sobre transexualidade), Cadernos Globo ( Corpo: Artigo Indefinido), Revista Cult e Blog Agora É que São Elas da Folha de São Paulo. Foi consultora na novela a Força do Querer da Rede Globo. Recentemente, foi co-autora dos livros " História do Movimento LGBT " organizado por Renan Quinalha e James Green, " Explosão Feminista" organizado por Heloísa Buarque de Holanda, " Tem Saída? Ensaios Críticos sobre o Brasil", organizado por Rosana Pinheiro Machado e " Ninguém Solta a Mão de Ninguém: Um manifesto de resistência", da editora Clarabóia. Dramaturga, fez parte do projeto premiado pela Focus Foundation na categoria Artes Cenicas" Brazil Diversity", em Londres, com a peça " Ofélia, the fat transexual".Desenvolveu junto ao Laboratório de Criação do Porto Iracema das Artes, pesquisa dramatúrgica entitulada " Onde estavam as travestis durante a Ditadura?
Posted by Ana Laura Prates on Saturday, August 1, 2020