Últimos dias para ver a Bienal de Curitiba – Rádio Cultura de Curitiba

Últimos dias para ver a Bienal de Curitiba

Bienal;Exposição;

A Bienal Internacional de Arte de Curitiba está encerrando a sua programação. A maioria das exposições pode ser visitada até o próximo domingo (25/2). Em três espaços – no Memorial de Curitiba, Museu Paranaense e Hall da Secretaria de Estado da Cultura – as mostras foram prorrogadas até 4 de março.

Entre as mostras que ainda podem ser vistas até o começo de março está a “Hangzhou, o Paraíso na Terra”, no Memorial de Curitiba, que retrata a lendária cidade de Hangzhou, cidade irmã de Curitiba, capital da província de Zhejiang, no leste da China. O país foi homenageado nesta edição do evento.

Além de apresentar a produção artística chinesa, a Bienal deixou como legado para a cidade a escultura em bronze de Confúcio instalada no Centro Cívico. O Largo da China foi inaugurado pelo prefeito Rafael Greca em 30 de setembro do ano passado, no mesmo dia da abertura da Bienal. A obra em bronze fundido, com três metros de altura e 1.200 quilos, é de autoria do renomado artista chinês Wu Weishen.

Outro resultado da realização da Bienal foi a doação de um forno de combustão à lenha de alta temperatura (1.300°C) para o Ateliê de Escultura do Centro de Criatividade de Curitiba. A estrutura é uma das maiores do Brasil para queima de cerâmicas em alta temperatura e foi construída por professores e especialistas em cerâmica da Universidade Estadual de Montana (EUA), utilizando técnicas inovadoras.

A universidade americana patrocinou todo o material necessário, bem como os custos dos especialistas dos Estados Unidos envolvidos no projeto e na execução da obra.
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Exposições da Bienal que podem ser vistas nos espaços da Fundação Cultural (Museu Municipal de Arte, Museu da Fotografia, Museu da Gravura e Memorial de Curitiba) e também nos demais museus e centros culturais da cidade:
Arte Contemporânea por Jovens Artistas da China
Local: MuMa – Museu Municipal de Arte – Portão Cultural (Av. República Argentina, 3430)
Resumo: As obras de jovens artistas chineses exploram com audácia diversas reinterpretações do complexo presente apresentado pelo novo cenário mundial.
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 19h.
Entrada franca
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A Colagem Expandida: CCC na Bienal de Curitiba
Local: MuMa – Museu Municipal de Arte – Portão Cultural (Av. República Argentina, 3430)
Resumo: Com o objetivo de vislumbrar o potencial da colagem como linguagem intermediária entre as demais formas de expressão artística, o Clube da Colagem de Curitiba convidou artistas para investigar a área cinza da intertextualidade e abordar suas pesquisas individuais através da perspectiva da colagem em campo expandido.
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 19h.
Entrada franca
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Além da Fotografia
Local: Museu da Fotografia – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)
Resumo: Exposição de fotografias do artista Rodrigo Petrella, tiradas em diversas aldeias indígenas da região amazônica.
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h; sábado e domingo, das 12h às 18h
Entrada franca
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O Museu é Feminista e outras Esperanças sobre o Futuro
Local: Museu da Fotografia – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti, 533 – Centro)
Resumo: Obras do coletivo Guerrilla Girls que servem como ponto de partida para o diálogo, debate e discussão sobre o que podemos contribuir para um futuro feminista.
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h; sábado e domingo, das 12h às 18h
Entrada franca
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Hangzhou, o Paraíso na Terra (até 4/3)
Local: Memorial de Curitiba (R. Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico)
Resumo: Exposição sobre a lendária cidade de Hangzhou, cidade irmã de Curitiba, capital da província de Zhejiang, no leste da China.
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábado e domingo, das 9h às 15h.
Entrada franca
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Porque o mundo nunca deve perder seus afetos (até 4/3)
Local: Memorial de Curitiba (R. Claudino dos Santos, 79 – Setor Histórico) e Museu Paranaense (R. Kellers, 289 – São Francisco)Smith
Resumo: Trata sobre nossas antípodas (razão-emoção, local-global, etc), procurando entre seus interstícios o advento de “tempos interessantes”, capazes de manter as melhores reservas da condição humana.
Horário Memorial: de terça a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Sábado e domingo, das 9h às 15h.
Horário Museu Paranaense: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábado e domingo, das 10h às 16h
Entrada franca
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CUBIC 3 – Circuito Universitário da Bienal de Curitiba
Local: Museu da Gravura – Solar do Barão (R. Carlos Cavalcanti 533) e Sala de Arte Digital – Portão Cultural (Av. República Argentina, 3.430)
Resumo: Expõe a produção recente de jovens artistas de graduação. Os trabalhos demonstram o engajamento ativo e a presença forte de seus artistas.
Horário Museu da Gravura: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h; sábado e domingo, das 12h às 18h
Horário Portão Cultural: de terça-feira a domingo, das 10h às 19h.
Entrada franca
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Vibrations
Local: Museu Oscar Niemeyer – MON (R. Marechal Hermes, 999) | Salão Principal – Olho
Resumo: Exibe a arte contemporânea chinesa, enfatizando a diversidade de sua cultura e meios técnicos.
Horário: de terça-feira a domingo, das 10h às 18h
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
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Além da Fotografia
Local: MON – sala 1
Resumo: Reúne um conjunto de artistas do Cone Sul latino-americano, trazendo a questão da fotografia expandida.
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Song for my hands
Local: MON – sala 2
Resumo: Explora a diversidade de percepções condicionadas pela nacionalidade, sensibilidade e conceitos dos artistas, bem como pelos procedimentos utilizados em suas obras.
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Antítese Imagens Síntese
Local: MON – sala 2 e Memorial de Curitiba
Resumo: A exposição usa como referência a dialética hegeliana para trabalhar a pluralidade de posições de artistas contemporâneos que mobilizam ações e pensamentos a partir de energias criadoras e memórias diferentes.
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Não está claro até que a noite caia
Local: MON – sala 3
Resumo: Obras de Juliana Stein. Na mostra elementos de aparição e práticas de interpretação são colocados em relação na tentativa de produzir uma reflexão sobre os processos de produção da imagem fotográfica e seus processos de leitura.
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Visão Expandida
Local: MON – Hall entre as salas 3 e 6
Resumo: Exposição de vídeo que oferece uma análise conceitual de visões expandidas presentes em nosso tempo, mostrando alguns aspectos linguísticos e técnicos do vídeo como um meio de arte atual.
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Stockage
Local: MON – Hall entre as salas 3 e 6
Resumo: Série de obras da artista Luzia Simons, constituída de imagens de tulipas, compostas em rigoroso arranjo montado com os dispositivos sobre um scanner.
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Opera Hominium
Local: MON – sala 9
Resumo: Obra do artista José Rufino. A instalação é composta por 21 painéis que exibem monotipias das mãos de trabalhadores de uma usina – 20 operários e uma única mulher, funcionária da administração – impressas sobre recibos de pagamento coletivo.
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Tiluk e a Obra de Guadalupe Miles
Local: MON – sala 9
Resumo: É exposto o longo trabalho de pesquisa fotográfica de Guadalupe Miles sobre vários momentos da comunidade Wichi, localizada em Santa Victoria Este, no Chaco de Salta.
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Dualidades humanas
Local: MON – sala 9
Resumo: A exposição mostra as dicotomias da vida.
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CAFAM Biennial e Shanghai Biennale
Local: Torre do MON
Resumo: A mostra traz conteúdos sobre as Bienais Chinesas CAFAM Biennial, de Pequim, e Shanghai Biennale, com vídeos e outros materiais de divulgação contando o histórico de edições e explicando o que são ambos os eventos.
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Excuse Door
Local: MON – subsolo
Resumo: Obra da artista Florence Jung, que mostra situações que se infiltram na realidade, onde ninguém é capaz de distinguir o real da encenação.
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Arte e Vida
Local: Museu Alfredo Andersen (R. Mateus Leme, 336 – Centro)
Resumo: A exposição mostra as dicotomias da vida.
Horário: de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábado e domingo, das 10h às 16h
Entrada franca
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Mostra permanente e Mostra Arte no Corpo, Pintura na Alma
Local: Museu de Arte Indígena – MAI (Av. Água Verde, 1413 – Água Verde)
Resumo: O acervo que compõe o MAI conta com uma exposição permanente sobre a cultura indígena. Na sala para exposições itinerantes se encontra a exposição fotográfica de Manoel Martins, Arte no Corpo, pintura na Alma, que apresenta a arte corporal indígena, requalificando conceitos.
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h30
Ingressos: R$ 24 e R$ 12 (meia-entrada)
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Maria Cheung (até 4/3)
Local: Hall da SEEC – Secretaria de Estado da Cultura (R. Ébano Pereira, 240 – Centro)
Resumo: Maria Cheung, nascida na China,1957.Seu trabalho é evidenciado pelo resgate cultural através de instalações de arte conceitual.Sua obra foi referenciada em duas importantes publicações como personalidade artística. Realizou exposições na Alemanha, Argentina, Áustria, China e Brasil, acumulando vários prêmios. Vive e trabalha em Foz do Iguaçu e mantém um atelier desde 1995.
Horário: de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 18h
Ingressos: gratuito

 

Autor: Assessoria de Imprensa

Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

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